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sexta-feira, 16 de julho de 2010

liberdade de verdade


A carta de Paulo aos gálatas ataca com força a doutrina falsa que alguns cristãos judeus estavam ensinando, pela qual tentavam obrigar os cristãos a obedecer a lei que Deus havia dado aos israelitas, no Velho Testamento. Ele demonstra efetivamente que nossa justificação é pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei de Moisés. Os primeiros quatro capítulos do livro apresentam e defendem seus argumentos para mostrar que não somos escravos sob a velha lei, mas livres em Cristo. Em Gálatas 5:1, ele faz este forte apelo:
"para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão."

Paulo faz, então, uma transição dos argumentos doutrinários contra este erro de alguns irmãos judeus, para os argumentos práticos que todos podemos e devemos aplicar em nossas vidas. Pondo de lado a lei do Velho Testamento, ele continua dizendo: "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor" (Gálatas 5:13). Este contraste entre nossa liberdade em Cristo e a escravidão à carne é desenvolvido nos versículos finais do capítulo 5, onde ele mostra que devemos andar no Espírito e recusarmo-nos a satisfazer os desejos pecaminosos de nossa carne. Ele nos diz que estamos em uma guerra que o Espírito deve vencer.

Para ajudar-nos a ser vitoriosos, ele enumera as obras da carne e coloca-as em contraste direto com o fruto do Espírito:







Vai nos ajudar a vencer esse aquário que nos limita, a escravidão dos desejos carnais, se considerarmos cuidadosamente esta lista e o significado das palavras que Paulo emprega.
Por Carol Gontijo

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Natal

Entender o “verdadeiro sentido do Natal” é um desafio que ano após ano temos diante de nós. Afinal, não são poucos os desvios que descaracterizam esta festa tão importante para os cristãos.



Desde o Papai Noel, passando pela arvore de Natal e até o consumismo da troca de presentes, pouco ou nada encontramos deste “verdadeiro sentido do Natal”. Até mesmo aqueles que fixam a sua atenção na pessoa que dá sentido ao Natal, Jesus, erram ao transmitir uma imagem falsa e estilizada do Natal.
Muitas vezes pensamos e cantamos a respeito daquele dia falando da beleza, da paz e da harmonia que o envolveram, mas a realidade é que desde o seu nascimento Jesus enfrentou sofrimento, perseguição e rejeição.
Evidentemente, o “verdadeiro sentido do Natal” não é só isto, mas gostaria de observar com você alguns contrastes que marcam o nascimento de Jesus, e nos mostram o quanto Ele se humilhou para nascer entre nós, conforme o Apóstolo João nos mostra em um dos capítulos mais lindos e ricos da Bíblia:

Jo 1:1:11
• vs 1 e 2 - Sendo Eterno, nasceu. “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.”
• vs 3 Sendo Criador tornou-se semelhante a criatura. “ Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.”
• vs 4 Sendo o Autor da vida, nasceu e morreu. “A vida estava nele e a vida era a luz dos homens.”
• vs 5 Sendo a luz, entrou em um mundo de trevas. “A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.”
• vs 10 e 11 Doou-se, mas foi rejeitado. “O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.”

Isto é apenas uma parte do verdadeiro sentido do Natal que, por mais que pareça perdido, não pode ser apagado, pois Jesus continua a nascer todos os dias no coração daqueles que nele crêem.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O mundo interior e as duas vozes‏


Todos nós temos um mundo interior. Nele, muitas coisas acontecem. Cada pessoa, porém, tem um mundo diferente uma da outra. Refiro-me a quem somos interiormente. Quem nos tornamos desde o nascimento até o dia de hoje. Nesse mundo, duas vozes nos levam a construir nossa identidade. Uma: a voz de Deus — ou a voz da consciência, como também a chamo. A outra: a nossa própria voz. A conversa entre essas duas vozes não é uma conversa amistosa, posto que, no final, uma só é a voz que prevalece.
Confira o texto na íntegra em: Blog do Alessandro

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Casamento: bênção ou maldição?‏

O casamento é pra ser algo bom. Mas parece que, para muitos casais, ele se tornou em maldição. O índice de divórcio no Brasil e no mundo é assustador. Por isso, vale uma pergunta: Será que sabemos o verdadeiro significado do que é o matrimônio? Entendo que ele significa duas coisas. Uma: suprir uma necessidade espiritual. A outra: ajuda mútua para viver neste mundo.

Confira o texto na íntegra em: Salvos pelo amor

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Nos entregar completamente...

Alguns pontos devem ser analisados em nossas vidas e a partir dessa análise profunda e sincera é possível obter uma resposta sobre o nível da nossa entrega.

Faça essas perguntas a si mesmo e dê sua nota de 0 a 10 para cada ponto que será abordado.


1 – Anseio pela presença de Deus.

Qual a nota que dou para meu anseio em estar na presença de Deus? Tenho buscado-o diariamente através das diversas formas que conheço?



2 – Repulsa pelo pecado

Quem entrega sua vida para Jesus sente nojo do pecado e não se alegra dos pecados cometidos anteriormente. Uma conversão genuína gera esta repulsa de todas as coisas que fogem da vontad

e de Deus.

Será que ainda existem pecados de estimação dentro de mim?

Qual nota eu dou para minha repulsa pelo pecado?


3 – Entusiasmo pelo ajuntamento do povo de Deus, alegria em estar na casa de Deus.

Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor.

SALMO 122. 1

Eu sinto prazer em estar com meus irmãos em Cristo e em conversar assuntos edificantes?

Qual a nota para o meu entusiasmo com o relacionamento entre o corpo de Cristo e eu?

4 – Desejo de ser útil

Existem pessoas dentro das igrejas que tem o dom de fazer intrigas e críticas e enquanto isso não fazem nada para mudar o que tanto se critica. Você faz parte do grupo dessas pessoas ou está entre os que procuram e encontram soluções?

Qual a nota para o meu senso de utilidade?

5 – Evidenciar a Cristo

Como tenho ansiado para que Jesus seja conhecido? Minha vida se baseia no sentido de evidenciar a Cristo?

Qual a nota que eu dou para o meu anseio de fazer Cristo conhecido??

“E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus”
2 Coríntios 8:5

Buscar a Deus é nos entregar a ele completamente...

O modo cristão é diferente: mais duro e mais fácil, Cristo diz:
“Dê-me tudo. Não quero tanto do seu tempo e tanto do seu dinheiro e tanto do seu trabalho: Eu quero você. Não vim atormentar o seu “eu” natural, eu vim matá-lo.
Nenhuma meia medida é boa....”

(C. S. Lewis)



por Carol Gontijo


Quando as cordas se rompem!


Ouve, SENHOR, a justiça; atende ao meu clamor; dá ouvidos à minha oração, que não é feita com lábios enganosos.
2 Saia a minha sentença de diante do teu rosto; atendam os teus olhos à razão.
3 Provaste o meu coração; visitaste-me de noite; examinaste-me, e nada achaste; propus que a minha boca não transgredirá.
4 Quanto ao trato dos homens, pela palavra dos teus lábios me guardei das veredas do destruidor.
5 Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem.
6 Eu te invoquei, ó Deus, pois me queres ouvir; inclina para mim os teus ouvidos, e escuta as minhas palavras.
7 Faze maravilhosas as tuas beneficências, ó tu que livras aqueles que em ti confiam dos que se levantam contra a tua destra.
8 Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas,
9 Dos ímpios que me oprimem, dos meus inimigos mortais que me andam cercando.
10 Na sua gordura se encerram, com a boca falam soberbamente.
11 Têm-nos cercado agora nossos passos; e baixaram os seus olhos para a terra;
12 Parecem-se com o leão que deseja arrebatar a sua presa, e com o leãozinho que se põe em esconderijos.
13 Levanta-te, SENHOR, detém-no, derriba-o, livra a minha alma do ímpio, {com}) a tua espada;
14 Dos homens {com}) a tua mão, SENHOR, dos homens do mundo, cuja porção está nesta vida, e cujo ventre enches do teu tesouro oculto. Estão fartos de filhos e dão os seus sobejos às suas crianças.
15 Quanto a mim, contemplarei a tua face na justiça; eu me satisfarei da tua semelhança quando acordar

1 . O CONTEXTO
1.1 - O Salmo 17 é a descrição do quadro onde Davi é forçcado a fugir de Saul por causa do seu ciúme doentio. No versiculo
ele comparou seu perseguidor(Saul) a "leão" devorador cruel e feroz.


1.2 -O contexto histórico deste salmo é aquele em que Davi realiza um grande feito de matar o gigante Golias e conquistar a fama de grande guerreiro.

"Saul matou milhares e Davi, dezenas de milhares" (1 Samuel 18.7)

1.3 - A popularidade que Davi conquistou lhe custu caro. Ele passou a ter mais distinção que Saul! Por essa razão, o rei, cheio de um ciúme neurótico, A partir deste momento, o futuro rei de Israel passaria a enfrentar algumas realidades desestabilizadoras.

a) Perda do status e prívilégios da corte

"Davi sau-se bem em todos os lugares onde Saul o enviou Então Saul o promoveu a comandante do seu exército. E isso agradou a todo o exercito, inclusive aos outros oficiais." 1 Samule 18:5

b) Perda do cônjuge

"Porém Mical, a outra filha de Saul, se apaixonou por Davi. E quando Saul soube disso ficou contente.(...) Por isso ficou com mais medo ainda de Davi e pelo resto da vida foi seu inimigo" 1 Samuel 18:20 e 29

c) Perda do mentor

"Então enviou Saul mensageiros para trazerem a Davi, os quais viram uma congregação de profetas profetizando, onde estava Samuel que presidia sobre eles; e o Espírito de Deus veio sobre os mensageiros de Saul, e também eles profetizaram.E, avisado disto Saul, enviou outros mensageiros, e também estes profetizaram; então enviou Saul ainda uns terceiros mensageiros, os quais também profetizaramEntão foi também ele mesmo a Ramá, e chegou ao poço grande que estava em Secu; e, perguntando, disse: Onde estão Samuel e Davi? E disseram-lhe: Eis que estão em Naiote, em Ramá.Então foi para Naiote, em Ramá; e o mesmo Espírito de Deus veio sobre ele, e ia profetizando, até chegar a Naiote, em Ramá.E ele também despiu as suas vestes, e profetizou diante de Samuel, e esteve nu por terra todo aquele dia e toda aquela noite; por isso se diz: Está também Saul entre os profetas?" 1 Samuel 19: 20-24

d) Perda do amigo íntimo.


"Então se acendeu a ira de Saul contra Jônatas, e disse-lhe: Filho da mulher perversa e rebelde; não sei eu que tens escolhido o filho de Jessé, para vergonha tua e para vergonha da nudez de tua mãe?Porque todos os dias que o filho de Jessé viver sobre a terra nem tu estarás seguro, nem o teu reino; pelo que envia, e traze-mo nesta hora; porque é digno de morte.Então respondeu Jônatas a Saul, seu pai, e lhe disse: Por que há de morrer? Que tem feito? Então Saul atirou-lhe com a lança, para o ferir; assim entendeu Jônatas que já seu pai tinha determinado matar a Davi. Por isso Jônatas, todo encolerizado, se levantou da mesa; e no segundo dia da lua nova não comeu pão; porque se magoava por causa de Davi, porque seu pai o tinha humilhado."

1 Samuel 20:30-34

e) Perda do seu referencial de caráter.

"Porém Mical, a outra filha de Saul, se apaixonou por Davi. E quando Saul soube disso ficou contente.(...) Por isso ficou com mais medo ainda de Davi e pelo resto da vida foi seu inimigo" 1 Samuel 18:20 e 29


2. ENFRENTANDO AS REALIDADES DESESTABILIZADORS DE FRENTE.

O salmo 17 é, portanto, uma análise do coração exilado de Davi: ele quer ajuda, proteção e segurança.

2.1 - A primeira reação de Davi diante da perseguição de Saul, não foi de defesa, mas de uma auto-análise honesta do seu próprio coração.

"Ouve, SENHOR, a justiça; atende ao meu clamor; dá ouvidos à minha oração, que não é feita com lábios enganosos.
2 Saia a minha sentença de diante do teu rosto; atendam os teus olhos à razão.
3 Provaste o meu coração; visitaste-me de noite; examinaste-me, e nada achaste; propus que a minha boca não transgredirá.
4 Quanto ao trato dos homens, pela palavra dos teus lábios me guardei das veredas do destruidor.
5 Dirige os meus passos nos teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem."

2.2 - Em segundo lugar, Davi apresenta o seu problema ou crise ao Senhor, pedindo Sua intervenção.

"6 Eu te invoquei, ó Deus, pois me queres ouvir; inclina para mim os teus ouvidos, e escuta as minhas palavras.
7 Faze maravilhosas as tuas beneficências, ó tu que livras aqueles que em ti confiam dos que se levantam contra a tua destra."

2.3 - Em terceiro lugar, Davi deseja ser alguém mado e aceito por Deus.

"8 Guarda-me como à menina do olho; esconde-me debaixo da sombra das tuas asas"

2.4 - Em ultimo lugar, Davi acredita que o alivio para a sua alma depende da benegnidade do Senhor.

"15 Quanto a mim, contemplarei a tua face na justiça; eu me satisfarei da tua semelhança quando acordar. "

CONCLUSÃO

A disposição ou escolha aberta para ser ministro da graça é uma opção pelo sofrimento e pelo martírio; é o sacrifício da prazer!

Por maior que posso ser a tua dor.

Por mais forte o sofrimento que tu tenhas.

Não te te esqueças:

Perto está o salvador!

Quando clamas, Ele estende a Sua mão!

Tantos outros já provaram desse fel!

Mas , deixaram para trás o seu sofrer.

Confiaram em que pode socorrer...

Nessas horas:

Só Jesus pode valer!

Põe tua fé no salvador

Só Ele, pode atender a tua voz

E responder o teu clamor.

Põe tua fé no Salvador!

Só Ele pode!

Prova a paz que Ele dá no seu amor.

(Paulo César - Grupo Logos/Marcas)

by Carol Ayfus

domingo, 23 de agosto de 2009

AMOR, ESSENCIA DO CRISTIANISMO!

"Como te roguei, quando parti para a macedônia, que ficasses em Éfeso, para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina,(4)Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Deus, que consiste na fé; assim o faço agora.
(5)Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.(6)Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas;(7)Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam" 1 Timóteo 1:3-7


Cristianismo sem amor, é como casamento sem romance. É como a fé sem obras. É como uma obra sem prego e cimento. É como um edifício construído sobre a areia, não há firmeza e desabará em pouco tempo. O Cristianismo sem amor torna-se uma tagarelice sem importância, uma conversa fiada, inútil (v.6).

Desde a reforma protestante, tem-se focalizado muito mais a verdade e a fé do que o amor. Porém a base fundamental da religião é o amor e não a verdade. Sabemos que a verdade sem o amor se corrompe. O amor sem fé, torna-se infrutífero. Mas o amor deve vir em primeiro. A verdade sem o amor tende a discriminar, pois a verdade só vê o certo e o errado, o falso e o verdadeiro. A verdade discute, julga e valoriza, mas não tem lugar para o afago, para a misericórdia e para o perdão.

A falta de amor pode mutilar a mensagem do evangelho do Senhor Jesus e desviar a igreja de sua finalidade. Reunimos-nos para tratar de muitos assuntos, porém para tratar do que realmente pode causar diferença no mundo, nunca nos reunimos!
Em João 1:14 A Bíblia fala assim sobre Jesus: “Aquele que é a palavra tornou-se carne viveu entre nós. Vimos a sua glória, a gloria como do unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade.” Observe que a palavra graça vem antes da palavra verdade. Jesus estava disposto a passar por cima de qualquer conceito ou preconceito em nome do amor. Ao perdoar a mulher adultera Ele contradisse a lei de Moises. O amor é maior que a lei. Quando Jesus atendeu a mulher Síria Finicia que rogava por sua filhinha atormentada, Jesus contradisse a si mesmo. Ele havia dito aos discípulos que não deviam dirigir-se aos gentios, e disse à própria mulher que não devia tirar o pão dos filhos e dá-lo aos cachorrinhos, mas o argumento que ela usou despedaçou o coração de Jesus e Ele a atendeu. (Mc. 7:24-30). Quando Jesus curou no sábado Ele contradisse o costume judaico.
Sem amor nossa fé é morta e os dons espirituais ineficaz. (I Cor. 13).
Sem amor a nossa tradição vira tradicionalismo barato e sem ação, a nossa evangelização não passa de fanatismo. Com certeza o nosso conceito de amor esta errado.

Amar é mais do que abraçarmos uns aos outros quando o dirigente do culto manda, é mais do que fazer filantropia assistencial barata que só serve para aliviar a nossa consciência.

Nosso amor precisa manifestar-se dentro e fora da igreja, entre os da família da fé e para com aqueles que se encontram ao nosso redor.

A igreja evangélica é bem aceita e bem estruturada. Mas falta amor, de colaboradores nos transformamos em concorrentes.

Ao contrario do homem, Deus se interessa em pessoas não no que elas fazem. Uma igreja não pode ser vista como uma colméia, onde os membros só valem pelo que produzem. Cada pessoa é especial porque foi carinhosamente criada por Deus como um individuo, com personalidade, potencial e característica própria, distinta de todos os outros seres humanos como diz o salmista (Sl. 139:13-16). Além disso, na igreja cada um é especial porque tem o nome escrito no céu, porque faz parte da família do Senhor.

Precisamos ser uma igreja do amor. A igreja não pode ser uma rodoviária, onde as pessoas entram e saem e ninguém se dá conta. Somos família. Temos de chorar com os que choram valorizar uns aos outros, não pelo que produzem, mas pelo que cada um é, e pelo que podem tornar-se em Cristo Jesus. O batismo que mais precisamos não é o batismo de poder, é o batismo de amor. Quando a igreja for inundada pelo amor de Cristo, o poder do Espírito Santo fluirá de nossas vidas, e a terra se encherá de glória do Senhor.

Mas veja bem: a manifestação do amor não pode se restringir-se a igreja, precisamos chorar a sorte de milhões que nos rodeiam, temos que ser mais sensíveis à miséria alheia. Ajudar o próximo deve fazer parte do meu e do seu projeto de vida, porque era esse o projeto de vida de Jesus. Conheço um refrão de uma música que diz: “Quem sabe faz à hora não espera acontecer” precisamos nos programar para fazer acontecer, do contrario nos perderemos na caminhada. Não existimos para sermos ama seca de nós mesmos.

Existimos para nos desafiar a cumprir o maior mandamento: amar a Deus de todo o coração e ao próximo como a nós mesmo. Se falharmos nisso, toda a lei e os profetas caem por terra. Não existimos como igreja para massagear o ego uns dos outros com troca de elogios vazios, e sim para cumprir o mandato de fazer discípulos ensinando-os a guardar todas as coisas que Jesus nos ensinou.

Precisamos crescer! É um absurdo o Espírito Santo ter que gastar toda a energia do céu só para cuidar dos nossos desejos mesquinhos. Não podemos viver o resto da vida querendo que Deus e os céus se dobrem aos nossos pés. Observe que Paulo está orientando Timóteo a combater o bom combate apoiado nos princípios do evangelho, não em estruturas humanas (I Tm 1:3-4). Se não incorporarmos o evangelho em nossas vidas não seremos ouvido por ninguém.

Vivemos um cristianismo de pouca oração, pouca capacidade. A forma substituiu o conteúdo. O estrelismo substituiu o caráter. O talento vale mais que a piedade. O altar tem sido ocupado por pessoas desonestas e descompromissadas com o reino só porque tem talentos.

A nossa geração não está sendo alcançada porque nos falta o exercício da oração. O exercício da meditação já esta perdido.

O que faz um pássaro sofrer não é a gaiola e sim a proximidade do espaço livre. Não é o leito que faz um doente sofrer, e sim a lembrança do tempo que tinha saúde. O que me faz sofrer é saber que podemos transformar a nossa geração e não o fazemos por falta de poder e autoridade espiritual, por falta de oração.


Nossa pregação tem que deixar de ser palavra e tornar-se vida. “Com isto todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês amarem uns aos outros.” Jô. 13:35.



"O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, (5) não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; (6) não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; (7) tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (8) O amor jamais acaba; mas havendo profecias,desaparecerão; havendo línguas, cessarão;havendo ciência, passará. (13) Agora,pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior deles é o amor" 1 Coríntios13:4-8,13.


Que a fé e a esperança nunca venha faltar em nossas vidas, porém não podemos esquecer que o amor é maior do que tudo, ele é o cimento que solidifica o corpo de Cristo que é a igreja.



AMÉM


quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Cristo sim, Igreja sim!

A salvação em Cristo é pessoal, a vida cristã é comunitária e no Cristianismo nada é individual. Somos um corpo em Cristo, assim é descrita a experiência cristã pelo Novo Testamento: quem está em Cristo, está na igreja. Ser cristão é uma questão de pertencer: a Cristo e aos irmãos. O individualismo moderno chegou também à peregrinação do discipulado e hoje podemos observar um sem número de “cristãos flutuantes”, que vivem de comunidade em comunidade sem qualquer identidade, prestação de contas ou compromisso.

Rick Warren compara um cristão sem igreja com um jogador sem time, um soldado sem tropa ou uma ovelha sem rebanho. Mas a maior (e mais bíblica) de todas as figuras, sem dúvida é “uma criança sem família”: a igreja é a família de Deus. Outra figura bíblica usada para identificar a igreja é “corpo de Cristo”. Todos os que pertencem a Cristo são incorporados pelo Espírito Santo na igreja de Cristo. O cristão que se torna membro de uma igreja local passa a integrar um organismo vivo, o que pouco ou quase nada tem a ver com fazer parte de uma instituição religiosa.


O corpo de Cristo se expressa historicamente por meio da comunidade cristã local. A palavra ekklesia aparece 109 vezes no Novo Testamento e, destas, 104 são alusões diretas ou indiretas às comunidades cristãs locais nas cidades e ou casas. Ser “membro da igreja” é, portanto, ao mesmo tempo integrar o corpo místico e universal de Cristo e integrar uma comunidade local de cristãos, a expressão histórica e social do corpo místico de Cristo.


A participação efetiva na comunidade cristã explicita, para as pessoas e para o mundo espiritual, nosso compromisso com Cristo e o evangelho. Ninguém pode identificar a relação invisível de uma pessoa como membro do corpo universal e eterno de Cristo, mas pode identificar todos os que são membros de uma comunidade cristã local. Ser membro da igreja implica a identidade de cada cristão.

fonte

Por Carol Gontijo




terça-feira, 4 de agosto de 2009

Cristianismo movido a "evento"

Alguns dia atrás, conversando com um amigo, ele disse: cara! – este fim de semana serei renovado; Deus irá falar muito comigo! – Logo, repliquei: Onde, quando e, como (também quero!)? – Bom, será num evento anual que temos em nossa igreja. Dificilmente Deus não se manifesta através dos pastores que pregam lá.

Depois da conversa fui embora e continuei pensando na troca de palavras que havíamos feito.
Meditei na minha própria vida e observei quantas vezes fui empolgado para uma pregação para ver um “grande” evangelista ou preletor. Quantas vezes aluguei um DVD de um “lançamento” e corri para casa assistí-lo e vibrar de alegria. Quantas vezes procurei pessoas para me acompanhar em uma vigília na madrugada. Quantas vezes esperei ansiosamente pelo início daquele grande “show”, onde se apresentariam muitas bandas famosas. Quantas vezes curvei minha cabeça na “profunda” oração daquele homem de Deus ou daquela mulher usada pelo Senhor, crendo que o melhor de Deus viria sobre minha vida.


Muita calma nessa hora! A idéia deste texto não é criar aversão, desânimo ou desistência aos eventos, até porque não teria como fazê-lo, porque eu mesmo sou participante de alguns e, convenhamos: amo saltar, brincar, dançar, chorar e cantar na presença do Senhor.


O objetivo deste é fazer com que juntos, possamos analisar o cristianismo que temos vivido. Será que somos cristãos movidos a eventos? Será que necessitamos sempre de algo “novo” para sermos restaurados ou renovados? Será que minha vida só é impulsionada, de forma clara e real, quando recebo “aquela” profecia ou quando sinto “aquele” arrepio nas costas? É possível que Deus só se revele a mim através de pessoas e, assim, passo a viver um evangelho terceirizado? Não estaria fácil e cômodo demais viver um evangelho pela busca e testemunho do próximo?


Sabe, não queremos mais o evangelho da cruz, do quarto, das aflições e das ações. Não queremos mais o evangelho que doa-se pelo próximo, da oração, do jejum e de intercessão por vidas; Não queremos mais doar o que é nosso; Não queremos mais chorar com os que choram; Não queremos mais sofrer com os que sofrem. Não queremos mais viver um evangelho que não nos dê algo em troca de forma visível; Não queremos mais abraçar os pobres, aflitos, excluídos e embriagados. Não queremos mais dizer: levanta-te e anda! – aos paralíticos. Não queremos mais dizer ao cego: veja! Não queremos mais ser “bússola” aos que se perderam pelo caminho. Não queremos mais…

O que acho interessante nisso tudo é que não precisamos de nada além de Jesus. Não precisamos de nada mais do que a sua terna e doce presença. Não precisamos mais do que suas confiáveis palavras.

Ele mesmo, pela sua misericórdia e amor nos diz: Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e meu fardo é leve.

Não quero viver um evangelho “pronto” que me custe apenas um ingresso.
Quero viver o evangelho, derramando meu querer e minha vida no altar do Senhor e, quando estiver aflito, angustiado ou entristecido, eu reconheça, que só nEle, encontro força, refúgio e vida abundante.

Junior Della Mea

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Hospitalidade


"Não negligencieis a hospitalidade, pois alguns, praticando-a,
sem o saber acolheram anjos." Hebreus 13:2

Como você acolhe visitantes na sua igreja e no seu grupo de amigos? Quando foi a última vez em que você convidou uma pessoa nova da sua igreja para jantar, ou o(a) incluiu num encontro com seus amigos cristãos?Ao mesmo tempo em que apenas alguns de nós temos o dom da hospitalidade, todos nós precisamos ser acolhedores para com pessoas que não conhecemos, mas que se juntam a nós para comunhão ou culto. Por que não fazer um compromisso de conhecer e dar as boas vindas a uma pessoa nova na nossa igreja cada semana! Num mundo frio e impessoal, nós podemos fazer uma grande diferença nas vidas daqueles que estão buscando o abrigo e a graça de Jesus e seu povo.

terça-feira, 21 de julho de 2009

A (IN)Utilidade de ser cristão



Acordei. Depois do ritual da manhã (lavar o rosto, escovar os dentes, tomar café, ler a bíblia, fazer oração) sai de casa rumo ao trabalho.

Pelo caminho deparei, com o que classificamos a escoria da sociedade. Indigentes, moradores de rua, jogados na calçada, embriagando-se, sem nenhuma perspectiva de vida. Tive dó. Mas logo meu senso moral me fez chegar a seguinte conclusão: a culpa era deles. Bando de vadios, alcoólatras. E assim, prossegui em paz, agradecido a Deus por não ser como eles.

Hora do almoço. Arroz, feijão, carne, salada, refrigerante ou suco. Sobremesa. Senhor Jesus obrigado por essa refeição, foi a oração que acompanhou esse momento sagrado. Logo após encontrei-o: um homem com seus filhos e mulher desempregada, morando de aluguel e salário maravilhoso de R$350, 00. Suas refeições muitas vezes sem a saborosa mistura, as crianças sem o leite para o café da manhã. As crianças ajudando o pai catando papelão e latinha na rua, sem tempo de ir à Escola, praticar esportes, ler livros, ver desenho animado - se não trabalhar não come. Ao ouvir o relato fiquei espantado e indignado com o governo e a sociedade! Culpei-o por fazer tantos filhos, por ser inconseqüente, irresponsável e alienado. E fiquei satisfeito por saber que a vida não esta fácil pra ninguém. Antes de despedi-lo, lhe dei-lhe um folhetim de evangelismo com o endereço da igreja. Nesse, estava escrito que ele era um misero pecador e estava condenado ao inferno. Ficou feliz. Até que enfim encontrou razão para tanto sofrimento. Para o inferno que estava vivendo. A culpa era de Deus.

Ele se foi. E eu agradeci a Jesus por não ter vergonha de anunciar o evangelho. Afinal de contas, que ousadia a minha. Mais um folheto entregue!

Chegando em casa, tomei um belo banho. Entre varias peças de roupa, escolhi a mais nova. Diante a vários pares de sapato, achei um que combinasse com a roupa. Propus-me a jantar, e que jantar abençoado... Em seguida fui à igreja. Orei. Cantei louvores. Li as Sagradas Escrituras. Gritei aleluia, gloria a Deus. Que coração quebrantado. Escutei pacientemente um maravilhoso e longo sermão sobre as bênçãos de Deus por ser seu filho. Após o culto, o comentário habitual - fofoca gospel era sobre ela. 17 anos. Quando criança ate freqüentou a igreja. Agora esta grávida. O pai do bebe. Está preso. Traficante e bandido, tem 18 anos e ainda não tomou rumo. Eles mantêm relações sexuais na cadeia. Culpada é a mãe. Prostituta. Que exemplo deu a filha! E foi ela quem mandou namorar marginal!

Fui pra casa, assistir televisão. Corrupção, desigualdades sociais, mortes, estupros, tráfico, policia invadindo o morro, o morro invadindo a cidade, PCC, mensalão, máfia de sanguessugas. Era o relato do jornal de mais um dia nesse mundo que jaz no maligno. O capeta. A culpa e toda dele.

Antes de deitar, li a bíblia e fiz a oração da noite: “obrigado Jesus por me abençoar tanto, pela salvação. Ah! Quero te fazer um pedido. Preciso ganhar mais no meu emprego para obter mais conforto. Preciso prosperar, afinal sou dizimista fiel...” enquanto orava adormeci na minha confortável e segura casa, no meu colchão de R$900,00.

Fonte: [ Lion of Zion ]
Via: [
PavaBlog ]

"Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o maligno” 1Jo 2.14b

Nosso tempo nunca foi tão roubado:

Nunca os dias foram tão corridos como agora. Nunca estivemos tão sobrecarregados de responsabilidades desde que acordamos. Nunca o mundo nos cobrou tanto pedágio para passarmos 70 ou 80 anos por aqui.

Desde muito cedo, nossa vida encaixa-se em uma agenda lotada. Alguns até dizem que nem conseguem viver entre os 16 e 19 anos por causa do preparo para o vestibular. Temos aulas e mais aulas, cursos de línguas, cursos de informática, esportes, trabalho, namoro, etc. E estamos constantemente cansados, sem vigor, sem ânimo para continuar.

Não temos mais tempo para Deus em nossas agendas diárias. Não oramos mais como antes, não meditamos na palavra de Deus, então, como ela pode permanecer em nós se nem é absorvida por nós? Não temos mais tempo para realizar grandes projetos eternos, pois os projetos temporários consomem quase tudo do que temos.

Posso continuar indo a igreja, posso até tocar no louvor um dia, posso até envolver-me em um pequeno grupo, mas isso é tudo, meu tempo não permite mais nada.


“BUM!” Acerte os jovens e você dará um tiro direto bem no coração da igreja.


A falta de tempo é um dos principais motivos pelo qual o cristianismo não tem crescido significativamente nos últimos anos. Entre as grandes religiões, é o islamismo que tem crescido mais, porque um jovem mulçumano jamais trocaria o tempo dedicado à “Alá” e à propagação da fé islâmica por qualquer outra coisa.

Os mulçumanos param tudo o que estão fazendo para adorarem a “Alá”, três vezes por dia. Eles investem grande parte do que ganham na manutenção da religião. Eles compartilham sua fé com ânimo e ousadia. Nós precisamos entender que somos a alavanca que impulsiona o avanço da mensagem de Cristo, são os jovens que não deixam que a igreja entre em estagnação.

Uma igreja onde os jovens não têm muito tempo é uma igreja estática, parada, retida nela mesma. Pare os jovens da igreja, retire seu tempo e você exporá todo o restante do corpo.



Nossos sonhos nunca foram tão roubados:

Vivemos em uma geração sem muitos sonhos ou propósitos eternos. Nossos objetivos são, em sua maioria, egoístas e temporários: Uma casa, um carro, viagens internacionais.

Os sonhos são o combustível que nos move. Eles que nos fazem transpor todas as dificuldades e enfrentar a própria morte. Se eles estão focados fora da igreja é lá que investiremos todo o nosso potencial, todas as nossas forças.

Nos dias atuais, parece que a causa de Cristo não é mais algo em que vale a pena investir. Somos influenciados por uma geração profundamente consumista, que deixou que as coisas seguissem seu próprio rumo e afastou-se de Deus.


“De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a Tua palavra.” Salmo 119:9


“Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti” Salmo 119:11

“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos” Salmo 119:105

Vivemos em uma Geração levada pelas emoções e não mais direcionada pela palavra de Deus. A geração do instantâneo, do imediato, da recompensa fácil, da praticidade, uma geração que rejeita facilmente um tempo devocional com seu Deus.


Nunca a nossa fé foi tão roubada:

O maligno não se refere exclusivamente ao diabo, mas ao sistema que luta contra nossas convicções, que tenta minar a nossa fé e, literalmente, nos destruir.

O maligno está relacionado à nossa carne, nossos desejos, nossa mente corrupta, nossa conduta diária, nosso egoísmo, nossa falta de domínio próprio, nossa soberba, nossa arrogância, nossa conduta imoral em todos os aspectos.

O maligno também está relacionado ao mundo. O mundo compete de forma desleal para alcançar 100% dos nossos dons, talentos, tempo e recursos financeiros.

Todos os dias somos expostos a uma mídia que nos diz o que temos que termos, o que vestirmos, falarmos e até qual a melhor maneira de desfrutarmos essa vida.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revelou que, entre os jovens que estão crescendo na igreja:


63% não acreditam que Jesus é o Filho do único verdadeiro Deus.

51% não acreditam que Jesus ressuscitou.

68% não acreditam que o Espírito Santo exista.

69% – 94% – saem da igreja logo após o segundo grau.

33% dos jovens na igreja falam que irão continuar nela após saírem da casa de seus pais.

* A última Geração cristã – Josh Macdowell


O Brasil não está muito distante desses números. Mas, creio e afirmo que ainda existe esperança, e ela está em nosso Deus. Ele mesmo está levantando uma geração, entre os jovens, que irá causar um impacto em nosso meio

Nós somos os jovens de hoje, os fortes, cuja palavra de Deus permanece em nós e que temos vencido o maligno.

O desafio agora é: O que você pode fazer para mudar a realidade a sua volta?

O que você fará para reconquistar seu tempo, seus sonhos e sua fé que foram roubadas?


A Juventude de uma igreja é muito mais do que um culto no sábado. Nosso convite é: venha fazer parte dessa geração que vai alcançar a nossa geração para Cristo! Mas, venha de verdade, a causa de Cristo supera, em muito, qualquer outra coisa com a qual você esteja envolvido.


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